12.4.07
CLAREZA CRUEL
Nunca sei, ao certo, o que escrever quando me deparo com um computador na minha frente, me observando e esperando que eu bata meus dedinhos em suas teclas duras que nunca funcionam direito quando eu quero, ou mesmo, quando o blog sai fora do ar, sempre quando vou postar um texto que, por um acaso, esqueci de copiar antes de clicar no botão “enviar”, ou ainda quando utilizo papel (timbrado, nem sempre com enfeites e desenhos cor-de-rosa) e lapiseira (claro, porque lápis já está ultrapassado), e a ponta insiste em quebrar, ou quando utilizo uma caneta e ela insiste em falhar.
Parece até que o mundo se vira contra mim quando começo a escrever alguma coisa implorando para que eu desista, antes mesmo de começar a primeira linha do meu humilde parágrafo introdutório.
Mas, na verdade, sempre quando começo, desembesto e escrevo um monólogo louco que ninguém nunca entende. Ora, e quem precisa entender, além de mim mesma?
Aos que têm preguiça ou não gostam de escrever, não sabem o que perdem… Ouvi, certa vez, que “para lutar contra a preguiça de escrever, só praticando a escrita sempre que possível”. Acho que depois disso fiquei com mais vontade de escrever, não que eu não gostasse, mas sempre tive receio com “o que as pessoas vão achar?”. Aí, parei para pensar (sim, de vez em quando isso acontece), se até Machado de Assis em sua obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas” escreveu em um de seus capítulos: “Mas, ou muito me engano, ou acabo de escrever um capítulo inútil?”, por que eu, mera fã número 1 de carteirinha de Machado, não poderia escrever textos inúteis como tal? Pois bem, deixei de lado a estupidez e comecei a escrever.
Pararam para pensar que quando não temos assunto, começamos a encher lingüiça e acabamos encontrando milhões de assuntos inacabáveis em um único texto? Ok, como não poderia deixar de ser, estou tentando fazer uma finalização para esse parágrafo inútil em homenagem ao Grande Machado, para que ninguém fique pensando que estou enchendo lingüiça, embora o esteja e mal o disfarce. Muito mal, eu diria. Aliás, quanto à “encheção” de lingüiça, eu sou expert. Sei que, muitas vezes, isso acaba confundindo as cabeças, enlouquecendo outras, mas citando novamente Machado em sua outra obra “Dom Casmurro”, até hoje ninguém sabe se Capitu traiu ou não Bentinho… Então por que eu deveria explicar-lhes o que quis dizer com este parágrafo todo?
Poderia estar falando (bem num português horrível) sobre a conjuntura dos países asiáticos, europeus, ou sobre a lenda do boto-cor-de-rosa lembrada na mini-série global “Amazônia” feita por Glória Perez, mas a quem caberia o fato de achar a leitura importante ou não, não seria a mim. Sou apenas uma leitora, cansada de ser leitora, tentando um espaço no mundo com alguns textos de minha autoria, que deixarei para mais tarde acrescentá-los aqui.
Como o tempo é escasso e o sono começa a predominar, (afinal este artigo escrevo em plena 04h30min da manhã), vou parando por aqui, mesmo sem dar um desfecho merecedor de aplausos e assovios a essa mistura de blábláblá monótono com lero-lero enfadonho.
Obrigada pela leitura de quem pelo menos chegou até o fim, lembrando que este não é o fim ainda. Se você achou a leitura enjoativa, você não tem o mínimo de senso de humor, e não é nem merecedor de minhas palavras (modéstia deixada guardada na gaveta da escrivaninha a sete chaves). Mas veja pelos lados positivos, você colaborou com a visita no meu cantinho, perdeu seu tempo sim lendo uma coisa dessas que não te acrescenta nada de nada, mas pelo menos, você tem um espaço para deixar seu comentário, pode xingar a vontade, o espaço é todo seu! (Não tenho medo de cara feia, nem de bicho-papão).
Simples assim e de fácil compreensão.
Aos que não entenderam, nem vou me esforçar a explicar, porque se você é tam-tam das idéias, não serei eu, mera autora de um monólogo inacabável, que irá te ajudar a entender. Procure um psicólogo, psiquiatra, sei lá eu, que o ajude com este distúrbio.
Parece até que o mundo se vira contra mim quando começo a escrever alguma coisa implorando para que eu desista, antes mesmo de começar a primeira linha do meu humilde parágrafo introdutório.
Mas, na verdade, sempre quando começo, desembesto e escrevo um monólogo louco que ninguém nunca entende. Ora, e quem precisa entender, além de mim mesma?
Aos que têm preguiça ou não gostam de escrever, não sabem o que perdem… Ouvi, certa vez, que “para lutar contra a preguiça de escrever, só praticando a escrita sempre que possível”. Acho que depois disso fiquei com mais vontade de escrever, não que eu não gostasse, mas sempre tive receio com “o que as pessoas vão achar?”. Aí, parei para pensar (sim, de vez em quando isso acontece), se até Machado de Assis em sua obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas” escreveu em um de seus capítulos: “Mas, ou muito me engano, ou acabo de escrever um capítulo inútil?”, por que eu, mera fã número 1 de carteirinha de Machado, não poderia escrever textos inúteis como tal? Pois bem, deixei de lado a estupidez e comecei a escrever.
Pararam para pensar que quando não temos assunto, começamos a encher lingüiça e acabamos encontrando milhões de assuntos inacabáveis em um único texto? Ok, como não poderia deixar de ser, estou tentando fazer uma finalização para esse parágrafo inútil em homenagem ao Grande Machado, para que ninguém fique pensando que estou enchendo lingüiça, embora o esteja e mal o disfarce. Muito mal, eu diria. Aliás, quanto à “encheção” de lingüiça, eu sou expert. Sei que, muitas vezes, isso acaba confundindo as cabeças, enlouquecendo outras, mas citando novamente Machado em sua outra obra “Dom Casmurro”, até hoje ninguém sabe se Capitu traiu ou não Bentinho… Então por que eu deveria explicar-lhes o que quis dizer com este parágrafo todo?
Poderia estar falando (bem num português horrível) sobre a conjuntura dos países asiáticos, europeus, ou sobre a lenda do boto-cor-de-rosa lembrada na mini-série global “Amazônia” feita por Glória Perez, mas a quem caberia o fato de achar a leitura importante ou não, não seria a mim. Sou apenas uma leitora, cansada de ser leitora, tentando um espaço no mundo com alguns textos de minha autoria, que deixarei para mais tarde acrescentá-los aqui.
Como o tempo é escasso e o sono começa a predominar, (afinal este artigo escrevo em plena 04h30min da manhã), vou parando por aqui, mesmo sem dar um desfecho merecedor de aplausos e assovios a essa mistura de blábláblá monótono com lero-lero enfadonho.
Obrigada pela leitura de quem pelo menos chegou até o fim, lembrando que este não é o fim ainda. Se você achou a leitura enjoativa, você não tem o mínimo de senso de humor, e não é nem merecedor de minhas palavras (modéstia deixada guardada na gaveta da escrivaninha a sete chaves). Mas veja pelos lados positivos, você colaborou com a visita no meu cantinho, perdeu seu tempo sim lendo uma coisa dessas que não te acrescenta nada de nada, mas pelo menos, você tem um espaço para deixar seu comentário, pode xingar a vontade, o espaço é todo seu! (Não tenho medo de cara feia, nem de bicho-papão).
Simples assim e de fácil compreensão.
Aos que não entenderam, nem vou me esforçar a explicar, porque se você é tam-tam das idéias, não serei eu, mera autora de um monólogo inacabável, que irá te ajudar a entender. Procure um psicólogo, psiquiatra, sei lá eu, que o ajude com este distúrbio.
Acho que fui clara demais hoje, mais clara que isso, só a de ovo de qualquer que seja o bicho que o bote.
"Branco como o côco, branco como o leite, branco como o dente é, brancão! OooUuuIiiÉéé…" (Castelo Rá-Tim-Bum)
Ok, agora é o fim, que comecem os aplausos.
[...]
EU FALEI APLAUSOS E NÃO TOMATES!!!
Raquel T. Freitas
mtcfreitas
4:41 — Arquivado em: 

***
“O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor, a dor que deveras sente.” (VinÃcius de Moraes)
Comentário por Raquel — 12.4.07 @ 12:19
Pensar livremente….acho q agora vc tem um seu espaço tão merecido, para usar a sua criatividade q é imensa, use as palavras assim como vc usa o seu carisma para nos conquistar
P.S….
quanto a visual nunca acharia algo mais parecido com vc!!!!
beijosssssssssssssss………te amoooooooooooooooooooo!!
Comentário por Rodrigo — 12.4.07 @ 15:35
Que direi, pois, a despeito de tudo o que foi dito aqui?
Haverá no mundo quem julgue que essas alocuções são enfadonhas, de certo! Entretanto, o mundo tem muitas pessoas e gente de mais! Cada ser com sua opinião, cabendo a cada um tornala pública ou não! Esse livre arbÃtrio me tras aqui para dizer que compreendo cada palavra desse seu “elóquio prolixo”. Não que você tenha perguntado, mas eu gosto!
Fica um abraço, desse que não sabe o que quer da vida, mas sabe o que gosta nela!
Comentário por Jônathas — 12.4.07 @ 21:15